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José Augusto de Vasconcellos e Sá nasceu em Évora Freguesia de Santo Antão, no dia 4 de
Março de 1926. Licenciou-se em História e Filosofia (Faculdade de Letras de
Lisboa) entre 1952/1957, como trabalhador Estudante.
Começou a
carreira literária em 1952 publicando contos no jornal Diário Popular,
na secção Um Conto por Dia. O primeiro a ser publicado teve o título de Porquê?,
revelador da sensibilidade ainda descrente de poder ser Escritor.
Em 1955
publicou o romance Perdoa, Pedro; em 1956 E Venceram a Morte; em
1957 5101 sob o pseudónimo de Peter Craft.
Após vários
anos de intervalo, publicou, em 1974, Resumo de Meia-Vida; o primeiro
livro de Poesia. Em 1978 Trincadelas Revolucionárias (crónicas políticas
de escárnio e de mal-dizer); e novo livro de poesia política, intitulado Voto
Portugal, em 1980. Em 1983 Sem Tempo para Morrer; em 1996 Drogas!
Que Futuro?! Apenas a Morte! (9 edições); em 2000 Perfil de um Candidato
e em 2001 O Gozo de ser Poeta. O seu nome consta do III volume de Antologia
de Poesia Contemporânea, de 1986, com mais 63 Autores.
Existem 13 CDs
com letras de fado de sua autoria cantados por diversos artistas.
Colaborou com
assiduidade nos jornais O Primeiro de Janeiro, A Capital, O
Século, O Templário, Diário Popular; A Voz, Notícias
de Évora; A Defesa; O ZÉ, do qual foi Director quatro anos; Mensageiro
de Bragança; A Voz de Esmoriz; O Valenciano; Eco do Funchal,
O Português na Austrália, com crónicas e ensaios filosóficos.
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